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E-commerce cresce 25% no primeiro bimestre de 2009

01/04/2009

Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.

Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.

"O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas", diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.

Para Edilson Flausino, consultor da câmara e-net, a participação das micro e pequenas empresas, que representam 99% dos estabelecimentos formais do País, ainda são tímidas. "É um mercado em potencial e as micro e pequenas empresas não podem perder essa oportunidade."

Atualmente há 60 mil lojas fazendo comércio eletrônico no Brasil. Os pequenos negócios respondem por apenas 20% do faturamento do e-commerce, enquanto os 80% restantes estão concentrados nas mãos das 20 maiores empresas.

Segundo Sandra, as vantagens são inúmeras no comércio eletrônico: não são necessários atendentes; funciona 24 horas, não há investimento em gôndolas, não há atendimento no balcão; há menos horários de pico.

Para entrar neste mundo virtual, no entanto, é preciso que o pequeno empresário esteja estabelecido como uma empresa. "Ele precisa abrir uma empresa no mundo real, fazer um plano de negócios, verificar como se comporta a concorrência. Ou seja, para vale a máxima do mundo real: planejamento", diz Sandra.

Apesar de não ter os custos da abertura de uma loja, o comércio eletrônico exige que o empresário invista principalmente em tecnologia, parceiros logísticos, marketing e formas de pagamento.

Sandra diz que os sites atualmente são meros cartões de visita. "Na rede mundial de computadores, a empresa precisa ter presença digital. Isso significa interação com as redes social (Orkut, blogs), com os buscadores e outras alternativas de marketing na internet".
 
Fonte:
Agência Sebrae de Notícias
www.agenciasebrae.com